quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O ciclo da revolução científica: Novo paradigma

morreste-me. e eu repliquei a tua morte, fazendo das minhas mãos luto, das minhas córneas um verde passivo. exitem várias formas de se morrer e descobri que nenhuma pode ser verdadeiramente imediata para te possuir por inteiro. a potência da formação hipocampal orbitando sobre o meu sono, que é todo o meu dia. só sou capaz de amar desconhecidos, mas claro, intermitentemente. és-me tão desconhecido como qualquer um deles, o facto é que me famialirizei demais com a tua descoberta. não que me tenhas feito mais sede, apenas me encontraste saciada, céptica, curvada sobre um plano imenso. o que nos aconteceu é facilmente conjecturável, e depois se quisermos dedutível. no entanto, continuamos a construir casas, viagens, cidades, instrumentos de tempo e de vontade sobre frágeis alicerces, que poderiam ter sido construídos por duas crianças entediadas pelo calor das paixões pós-modernas. ora, vejamos o plano de hipóteses:

H0: Nunca soubemos do que eramos feitos.

H1: Nunca quisemos verdadeiramente saber de que eramos feitos.


t= 2, 43 ; p< 0.001 - Pela lógica falsificacionista, possuímos evidência empírica para rejeitar H0 e aceitar H1.



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